Brasil — o explorador nacional

Os 27 estados em três leituras: onde cada um está no ranking, como a série andou ano a ano e o que interna o país por capítulo CID-10. Nenhum número foi digitado — a métrica, o ranking e a mediana saem do artefato.

Uma regra vale para a página inteira: estado não se compara por contagem absoluta. Os desfechos entram por 100 mil habitantes por ano (com a população do próprio ano no denominador) e as métricas ambientais, como média ou soma do período. A normalização está no rótulo — e a janela de cada métrica, que não é a mesma, está declarada ao lado dela.

Ranking por estado

A barra é o valor médio dos anos fechados de a ( anos). O ranking é de taxas ou médias, nunca de somas: um estado com 22 anos de série e 40 milhões de habitantes tem números grandes por definição, não por saúde pior.

Trajetória — estado × ano

Cada célula é um estado em um ano fechado. A matriz é o mapa que falta: mostra onde o valor sobe e onde ele fica parado, sem transformar a média do período em retrato de um ano só. A janela de cada métrica para onde o dado de fato existe — a internação para em 2024, antes da virada de base do CIHA; a mortalidade, em 2023, porque o SIM de 2024 entra incompleto no artefato; o PM₂.₅, em 2023, onde o produto termina.

Causas por capítulo CID-10

Os capítulos com a maior taxa de internação do país, 2003–2024. A coluna do Amazonas é a mesma taxa no estado e o posto é a posição dele entre os estados naquele capítulo — a comparação é entre estados, na mesma unidade, e a leitura é de registro hospitalar, não de necessidade atendida.

Procedência